29 de jul. de 2018

Preso suspeito de assassinar empresário a facadas em Imperatriz



Policiais militares prenderam o suspeito de assassinar Anderson Andrade da Silva, empresário do ramo de informática, que foi morto a facadas, dentro de sua residência, na cidade de Imperatriz.

O suspeito, identificado como Raimundo Nonato dos Santos, conhecido como “Zé Pequeno”, foi preso ainda na manhã deste sábado (28).

O crime ocorreu por volta de 3h30 deste sábado (28), na Rua D8, no bairro Jardim Tropical. O empresário era proprietário da loja Word Informática, localizada no centro de Imperatriz.

A elucidação do crime ocorreu após a divulgação das imagens da câmera de segurança de uma residência próxima ao local do crime.

A prisão do suspeito foi efetuada pelo sargento Da Silva e soldado Elenilson, lotados no 14º Batalhão de Polícia Militar.


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25 de jul. de 2018

Assaltantes de 10 vans no trecho entre Miranda do Norte e São Luís são presos por PMs de Itapecuru-Mirim



Policiais militares de Itapecuru-Mirim prenderam Antônio Gilmar Leite Barbosa e Raimundo Lucas Nascimento, o “Orelha”, ambos de 18 anos, por envolvimento em crimes de associação criminosa e roubo qualificado. “Orelha” havia arrancado a tornozeleira eletrônica.

A dupla assaltou no último sábado (21), uma Van que vinha de Bacabal para São Luís. Eles embarcaram no Povoado Entroncamento e, logo mais à frente, outros dois comparsas também pegaram a Van. Já em São Luís, anunciaram o assalto, agrediram o cobrador e motorista com coronhadas de revolver e ainda ameaçaram estuprar as mulheres.

Duas mulheres também pertencem à quadrilha, mas não foram presas.

Na ação criminosa, eles contaram com o apoio de um carro Ônix preto e uma moto. Todos residem na Vila Samara, em São Luís.

Segundo a polícia civil, no interrogatório, colocados separadamente, entraram em contradição, e acabaram confessando tudo, inclusive que já haviam roubado mais de 10 Vans no trajeto Miranda a São Luís.

Segundo eles, um grupo maior ainda, da Vila Samara, fica no aguardo, dentro do mato, da chegada dos comparsas com as Vans.

Com tatuagens de Carpa e Palhaço, os presos declararam-se da Facção Comando Vermelho.




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20 de jul. de 2018

Outros presos podem dar entrevistas, mas Lula não, reafirma juíza Carolina Lebbos



Carolina Lebbos, juíza que cuida da execução da pena de Lula no caso tríplex, voltou a negar pedido para que o ex-presidente conceda entrevista ou possa ter sua imagem e fala gravadas pelo fotógrafo Ricardo Stuckert. A magistrada argumentou que o fato de outros presos terem obtido autorização para se comunicar com a imprensa não significa que Lula também possa ter esse direito.

Respondendo ao recurso de Stuckert, Carolina escreveu na terça-feira [17/7] que “o fato de terem sido eventualmente realizadas entrevistas com outros presos em regime fechado, pontualmente citados pelo agravante, de modo algum poderia significar autorização genérica ou precedente vinculativo.”

No dia 11, segundo o Estadão, Carolina negou uma série de pedidos para que Lula seja entrevistado na condição de candidato à Presidência da República. Na ocasião, ela comparou a comunicação de Lula com a imprensa às ligações clandestinas que presos fazem de dentro da cadeia. Mas sustentou principalmente que esses pedidos interferem na rotina da Superintendência da Polícia Federal.

Lula está preso desde o dia 7 de abril.
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Impedido de dar entrevista, Lula vai de 'Cálice' a 'Opinião' em artigo

Em texto para o jornal "Folha de S. Paulo", o ex-presidente criticou a decisão da juíza Carolina Lebbos de impedi-lo de falar à mídia



Em artigo publicado pelo jornal Folha de S. Paulo nesta quinta-feira 19, o ex-presidente Lula faz um balanço do País nesses 100 dias em que ficou preso. No texto intitulado "Afaste de mim este cale-se", verso consagrado da canção de Chico Buarque e Gilberto Gil sobre o silêncio imposto pela ditadura, o petista critica a decisão da juíza Carolina Lebbos, que o impediu de dar entrevistas ou gravar vídeos.

Ao fim do artigo, ele termina com mais uma provável referência musical dos tempos de repressão, em uma aparente adaptação dos versos de "Opinião", canção-tema do musical homônimo de 1964: "Podem me prender. Podem tentar me calar. Mas eu não vou mudar esta minha fé nos brasileiros". Na canção original, os versos iniciais são: "Podem me prender, podem me bater / Podem até deixar-me sem comer / Que eu não mudo de opinião."

Em 11 de julho, Lebbos negou pedidos de entrevistas e gravação de vídeos do jornal Folha de S.Paulo, do site Uol, da emissora SBT, do site Diário do Centro do Mundo e do fotógrafo Ricardo Stuckert.

Além de afirmar que não é direito de Lula a "liberdade de manifestação", por seu contato com o mundo exterior não ser "total e absoluto", ela afirmou que o ex-presidente está atualmente "inelegível" com base na Lei da Ficha Limpa.

O caso ainda não foi, porém, deliberado pela Justiça Eleitoral ou mesmo pelo Supremo Tribunal Federal. Nesta quarta-feira 18, Rosa Weber negou um pedido do Movimento Brasil livre para declarar Lula inelegível desde já. Segundo a ministra, o nome de Lula sequer foi escolhido em convenção partidária.

Sobre a recusa de Carolina Lebbos em autorizá-lo a conceder entrevistas, ele diz: "Parece que não bastou me prender. Querem me calar". "Aqueles que não querem que eu fale, o que vocês temem que eu diga? O que está acontecendo hoje com o povo? Não querem que eu discuta soluções para este País? Depois de anos me caluniando, não querem que eu tenha o direito de falar em minha defesa."

"É para isso que vocês, os poderosos sem votos e sem ideias, derrubaram uma presidente eleita, humilharam o país internacionalmente e me prenderam com uma condenação sem provas, em uma sentença que me envia para a prisão por "atos indeterminados", após quatro anos de investigação contra mim e minha família? Fizeram tudo isso porque têm medo de eu dar entrevistas?", questiona o ex-presidente.

Lula fez ainda um desafio a seus críticos. "Querem me derrotar? Façam isso de forma limpa, nas urnas."





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1 de fev. de 2017

Detentos evangélicos de Alcaçuz foram assassinados com a bíblia em mãos


O conflito entre as facções rivais no presídio de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, completou 15 dias. E ainda continua deixando marcas de violência combinadas com a incompetência das autoridades da área de segurança em administrar os presídios. De acordo com informações do portal G1, toda a motivação pela onda de rebeliões teria partido do PCC (Primeiro Comando da Capital), organização criminosa responsável por comandar presídios das regiões sudeste do Brasil. Na maioria das vezes, os detentos comuns são obrigados a entrar para o PCC, onde pagam uma taxa mensal de afiliação para receber proteção do grupo, entre outros benefícios.

Nos últimos anos, as facções tentam obter o maior número de membros. Tendo as casas prisionais como o maior meio de recrutamento de novos membros, quanto maior for o presídio, maiores são as chances de recrutamento. De acordo com especialistas, cada organização criminosa busca obter o domínio do presídio. E após o feito, os líderes das facções exigem dos governos estaduais a transferência de detentos de facções rivais. Com essa medida, a facção dominante poderá fazer novos recrutamentos, sem enfrentar concorrência.

No último dia (18), o governo do Rio Grande do Norte, determinou a transferência de 220 membros do Sindicato do RN, os quais foram transferidos de Alcaçuz, para outros presídios da região metropolitana de Natal. Insatisfeitos com a decisão do governo, os líderes do Sindicato, facção responsável por comandar as cadeias do Rio Grande do Norte, teriam ordenado uma série de ataques a ônibus da capital potiguar.

Uma reportagem do portal UOL cita que no último dia (14), quando membros do PCC que ocupavam o pavilhão cinco, conseguiram invadir o pavilhão quatro. Durante a invasão eles, teriam se deparado com um grupo de 150 detentos evangélicos, os quais não pertencem a nenhuma facção. No conflito, 26 presos evangélicos acabaram morrendo enquanto rezavam ajoelhados com suas bíblias em mãos. Na última sexta-feira (20), uma rebelião foi interrompida para a celebração de um culto evangélico. O culto foi realizado pelo pastor Raul Moreira, que atua na Igreja Verbo da Vida. Em 2013, o religioso havia feito o batismo de 60 detentos de Alcaçuz. #Operação Lava Jato #Política #Casos de Corrupção
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17 de jan. de 2017

Vídeo mostra clima tenso em presídio de Alcaçuz; veja



Um vídeo feito no presídio de Alcaçuz, na região metropolitana de Natal, mostra o clima tenso dentro da cadeia, que registra motim pelo quarto dia seguido. No último sábado (14), a rebelião resultou na morte de 26 presos.

A imagem, que circula por grupos de policiais, mostra um homem que se apresenta como agente de segurança, aparentemente de uma das guaritas, revelando o presídio dividido em dois, com os presos do PCC (Primeiro Comando da Capital) de um lado e os do Sindicato do Crime do Rio Grande do Norte, do outro. Uma rivalidade entre os dois grupos seria a razão do motim.

O homem que faz as imagens chega a dizer que os dois grupos "estão soltos" e que um confronto entre eles está prestes a acontecer. "A Polícia Militar está no meio. De vez em quando a gente atira pra não deixar acontecer o confronto, por que se tiver o confronto será morte demais", afirma o policial que faz a gravação.

 


No outro vídeo, um preso que afirma ser ligado ao Sindicato do Crime diz que o grupo acabou de tomar o pavilhão três -ele diz que já estavam no controle dos pavilhões 1 e 2- e faz ameaça aos detentos ligados ao PCC. "A gente está pronto pra guerra, doido pra arrancar cabeça de PCC, e vamos conseguir", afirma.

A maioria dos mortos no massacre ocorrido na cadeira no último sábado pertence ao Sindicato do Crime do Rio Grande do Norte, facção criminosa que domina a maioria dos presídios do Estado. O Sindicato é uma dissidência do PCC surgida por volta de 2012 da qual todas vítimas faziam parte.

Mais cedo, o governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), afirmou que a rebelião é uma represália da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) ao massacre ocorrido em Manaus no início do ano.

Mortes

A matança ocorrida é mais um capítulo da crise penitenciária no país: é o terceiro massacre em presídios em apenas 15 dias. No total, 134 detentos já foram assassinados somente neste ano, 36% do total do ano passado, quando 372 presos foram mortos.

No dia 1º, 59 presos foram mortos no Compaj, após motim que durou 17 horas. No dia seguinte, mais quatro detentos morrem na UPP (Unidade Prisional de Puraquequara), também em Manaus. Seis dias depois, uma rebelião na cadeia de Raimundo Vidal Pessoa deixou quatro mortos.

No dia 4 de janeiro, dois presos foram mortos em rebelião na Penitenciária Romero Nóbrega, em Patos, no sertão da Paraíba. Dois dias depois, 33 presos foram mortos na maior prisão de Roraima, a Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista.

Na tarde da última quinta (12), dois detentos foram mortos na Casa de Custódia, conhecida como Cadeião, em Maceió (AL). O presídio, destinado a abrigar presos provisórios, fica dentro do Complexo Penitenciário, em Maceió (AL). Jonathan Marques Tavares e Alexsandro Neves Breno estavam nos módulos 1 e 2 da cadeia, respectivamente.

No mesmo dia, dois presos foram mortos em São Paulo, na Penitenciária de Tupi Paulista (a 561 km da capital paulista). A Secretaria da Administração Penitenciária informou que eles morreram durante uma briga em uma das celas.

Neste domingo (15), uma fuga na Penitenciária Estadual de Piraquara, no Paraná, deixou dois mortos. Um grupo explodiu, pelo lado de fora, um muro da penitenciária, que concentra membros da facção PCC (Primeiro Comando da Capital), segundo agentes penitenciários ouvidos pela reportagem.

Já no Rio Grande do Norte, 26 detentos foram mortos, no sábado (14), na Penitenciária de Alcaçuz, região metropolitana de Natal (RN). A situação continua tensa no presídio nesta terça (17), com presos amotinados. 




Com informações da Folhapress.
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16 de jan. de 2017

Presa quadrilha responsável pela explosão de agência bancária no Maranhão



A Polícia Civil, através da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), as Delegacias Regionais de Viana e Santa Inês, em conjunto com policiais militares da Diretoria de Inteligência e Assuntos Estratégicos (DIAE) apresentou, nesta sexta-feira (13), resultados de investigações feitas acerca da quadrilha responsável pela explosão de uma agência bancária da cidade de São Mateus, fato ocorrido no dia 15 de dezembro de 2016.

Em coletiva a imprensa, o superintendente da SEIC, Tiago Bardal, descreveu que essa quadrilha vinha sendo investigada a cerca de três meses pelo Departamento de Roubo a Banco da SEIC. Parte dela teria participado de assaltos a bancos em Matinha e Cajari.

A união de duas quadrilhas, uma localizada em Santa Inês e outra em Viana, teve como finalidade assaltar o Banco do Bradesco de São Mateus, episódio este sucedido no dia 15 de dezembro do ano passado, por cerca de quatorze homens. Relatos de testemunhas expuseram que eles fecharam a BR, pegaram um ônibus com passageiros e os fizeram reféns.

Os passageiros viriam a servir de escudo humano na frente da agencia durante o assalto. Através de diversas diligencias feitas pelas forças de segurança, a Polícia Militar conseguiu realizar a prisão de três dessas pessoas em Bacabal. Diante disso, começou uma averiguação minuciosa nos municípios acima citados, até a identificação de sete pessoas em Santa Inês e quatro em Viana, sendo eles:






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